A Extraordinária Gente – Uma visita ao sistema penitenciário por meio da literatura

“Dezessete meses de cadeia, para um homem acostumado ao ar livre do mar, à independência do marinheiro, ao espaço, à imensidade, ao infinito! Senhor, dezessete meses de cadeia é mais do que merecem todos os crimes designados na língua humana com mais odiosos nomes!” (Dantés, em O Conde de Monte Cristo)

Alguém comete um crime. O condenamos e o prendemos. E depois? Como fonte de legitimidade, o sistema carcerário se propõe a ser um espaço de ressocialização em que o indivíduo supostamente encontrará “condições para a harmônica integração social” (LEP). Mas será possível que um sistema de características tipicamente totalizantes é capaz de proporcionar tais objetivos? Quais são as reais conseqüências do encarceramento no sujeito condenado?

Para enfrentar essas perguntas, talvez seja necessária uma aproximação ética e de empatia com aqueles que são alvos do sistema carcerário. Tendo isso em vista, buscamos na literatura algumas possíveis respostas para esses questionamentos, levando em conta que nenhuma realidade é passível de compreensão completa e absoluta, sendo necessária a abertura para o outro.

O artigo A Extraordinária Gente, dos petianos Marcos Vinícius Lustosa Queiroz e Rafael de Deus Garcia, busca fazer, por meio das obras de Fiódor Dostoievski e Graciliano Ramos, uma visita ao sistema carcerário e está disponível neste link:

 https://petdirunb.wordpress.com/2012/01/06/a-extraordinaria-gente-uma-visita-ao-sistema-carcerario-por-meio-da-literatura/

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